sábado, 2 de maio de 2009

Política, ato de cidadania

Muitas pessoas não gostam de se envolver no assunto. Acham que política se trata do envolvimento de políticos em ações corruptas nas decisões tomadas para a sociedade.

Embora esse pensamento seja predominante, a política pode ser definida pelo dicionário como:

Arte e ciência da organização e administração de um Estado, uma sociedade, uma instituição etc. (dicionário digital aulete)

Ao pensar sobre o que a política significa, a forma de organização de determinado lugar, região, etc, é impossível se sentir alheio às decisões que serão tomadas em nome do povo. Portanto, a política é um ato de cidadania, ou seja, está inserida no contexto de direitos e deveres de todos da sociedade.

Existem aqueles que pervertem os valores cidadãos: candidatos que brincam com a política. Diferente do que prega a cidadania: buscar, manter a ordem e o bom senso da sociedade. Dessa forma, é inviável permitir que qualquer político seja a “voz do povo”, mesmo porque existem muitos mal-intencionados, que não cumprem o seu dever de cidadão como políticos. Necessário se faz a busca por candidatos coerentes que busquem a verdade, a justiça e a qualidade de vida para a sociedade.

Eis uma pequena parábola bíblica que ensina o valor do voto. Leia atentamente:

Parábola de Jotão

Foram, certa vez, as árvores ungir para si um rei e disseram à oliveira:

- Reina sobre nós!

Porém a oliveira lhes respondeu:

- Deixaria eu o meu óleo, que Deus e os homens em mim prezam e iria reinar sobre as árvores?

Então disseram as árvores à figueira:

- Vem tu e reina sobre nós.

Porém a figueira lhes respondeu:

- Deixaria eu a minha doçura, o meu bom fruto e iria reinar sobre as árvores?

Então disseram as árvores à videira:

- Vem tu e reina sobre nós.

Porém a videira lhes respondeu:

- Deixaria eu o meu vinho, que agrada a Deus e aos homens e iria governar sobre as árvores?

Então todas as árvores disseram ao espinheiro:

- Vem tu e reina sobre nós.

Repondeu o espinheiro às árvores:

- Se me escolherem e me fizerem rei de vocês, venham e aproveitem a minha sombra!

As três árvores valiosas: figueira, oliveira e videira recusaram governar sobre as outras árvores. Já o espinheiro, sem valor algum, prometeu dar algo que não tinha, pois é baixa demais para oferecer sombra às outras.

Moral: “Quando os justos governam, o povo se alegra, mas quando o perverso domina o povo padece.”

Seja cidadão, pratique seus direitos e deveres, participe da política não somente nas eleições, acompanhe o que acontece na sua cidade para um futuro melhor. Política é um ato de cidadania.

Fonte: http://www.fabricadeconhecimentos.com.br/blog/2008/11/politica-ato-de-cidadania/

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A necessidade e o desperdício

Vera Pinheiro

Crise é a palavra da hora! Economia, a palavra de ordem! Olho para um lado e para o outro e me preocupa apenas viver, porque não há mais buraco no cinto, logo, não posso apertar ainda mais a economia que já faço em tudo. Portanto, com crise ou sem crise, vou continuar os meus hábitos de comer três vezes ao dia, vestir o suficiente para não andar desnuda e não consumir além do que preciso. Para mim, então, a crise econômica, que alguns negam e outros maximizam, não altera o jeito simples de viver que aprendi numa época de prosperidade e abundância, não em tempos de dificuldade.

Muitos se apavoram com a crise e não lhes tiro a razão, mas acredito que não é durante e, sim, antes dela que devemos reformular nossa postura, evitar desperdícios e fazer uso equilibrado do que temos. Afinal, a prevenção é um bom remédio, inclusive para males financeiros.

Há os que não se preocupam com o dia de amanhã: gastam mais do que ganham, não guardam uma reserva para o futuro e criam necessidade de consumismo em vez de poupar. Para esses, economizar é o mesmo que passar atestado de pobreza, que a vaidade não permite. Envergonham-se quando não podem ostentar um padrão de vida similar a dos abastados, que queriam ser, mas não são. Mentem para si mesmos uma situação que não existe, a de ter fortuna, não tendo. Inventam status que não usufruem para não se sentirem menos do que os outros. E vivem contando moedas, enquanto as contas a pagar se amontoam em pilhas.

Há quem se cerque de bens somente para preencher espaços, mas sua alma está vazia e nada lhe basta. Fazem compras para minorar carências que não foram resolvidas e, assim, tentam acalmar o desassossego íntimo. E há os que se sabotam permanentemente, contraindo dívidas sempre que alcançam um patamar que seria de tranquilidade não fosse a sensação de que, no fundo, não merecem o que conquistaram, o que os faz voltar a ter problemas com dinheiro.

Podemos viver, perfeitamente, sem esbanjamento. Isso não importa renunciar ao prazer de uma boa compra, mas identificar o que é realmente essencial e nos contenta. Não implica viver longe do consumo, fugir das vitrinas, fechar olhos e ouvidos à publicidade, mas ser seletivo e criterioso, o que ajuda o mercado a oferecer produtos de qualidade cada vez melhor. Não impõe cobrir-se de andrajos, mas dar um novo significado à maneira de vestir-se, e sabemos que, muitas vezes, a quantidade de roupas no armário impede de encontrar o que seja adequado, fazendo retumbar a frase “Não tenho nada que me sirva!”. Não é privar-se de conforto, mas avaliar as mercadorias, comparar preços, pechinchar (por que não?) e tomar interesse por números, juros, taxas e impostos do que adquire, priorizando pagamento com um bom desconto em vez de um crediário a perder de vista, que pode redobrar o custo final e não valer a pena.

Mas não é o bastante, é preciso acabar com o desperdício! Não jogar comida fora, por exemplo.
A cozinha, aliás, com bom aproveitamento, é um centro de prosperidade. Fechar torneiras e encurtar o banho, a menos que há anos não visite um chuveiro. Pedir e dar carona, adotar o revezamento solidário para economizar combustível. Programar os trajetos para não rodar quilômetros em excesso. Preservar, reciclar e assumir um comportamento de respeito à natureza, o máximo possível. “Mas e os outros, o que estão fazendo?!”. Não pensa nisso, faz a tua parte, consciente de que tudo está entrelaçado no mundo em que vivemos e que nossas atitudes repercutem no que é alheio e de todos.

Entre o avarento e o econômico há uma enorme diferença! O primeiro se apega demasiadamente ao dinheiro, o segundo usa-o com parcimônia e inteligência. Na bonança aprendemos a nos proteger das tempestades e nos tempos de riqueza administramos os bens para que a miséria não nos alcance. O primeiro passo é discernir o que é necessidade (para supri-la) e o que representa desperdício (para evitá-lo).


Fonte:http://www.arazao.com.br/2009/02/21/a-necessidade-e-o-desperdicio/

O avanço da gripe suína no mundo

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Mundo - NOTÍCIAS - Mapa mostra casos de gripe suína
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